Reage São Luís. Golpe não!
Nas eleições deste segundo turno, muitas coisas estão em jogo. Não temos apenas uma disputa entre dois grupos políticos. Na eleição deste ano, em São Luís, está em jogo o futuro que queremos para o Maranhão.
De um lado está o atraso, o representante dos conservadores, o entulho autoritário remanescente da ditadura. O ditador que colocou a polícia contra os estudantes, na greve de 1979. Não há utopia, não há eficiência administrativa, não não transparência, não há uma nova cidade, com a permanência de Castelo à frente da prefeitura de São Luís.
Do outro lado está Edvaldo, jovem parlamentar, o representante do Maranhão jovem e idealista. Ao seu lado estão as consciências livres, os que acreditam na grande mudança que o Maranhão precisa sofrer. Ao seu lado está Flávio Dino, o nome que poderá conduzir o Maranhão para um cenário de mudança, de qualidade de vida, da sustentabilidade. Os dois estão juntos, afinados no discurso na mudança.
O conservador Castelo tem os seus aliados e eles estão se unindo para tomar a eleição. A cidade sabe da aliança que está montada entre o Grupo Sarney e o Grupo Castelo. Aliás, eles são irmãos siameses, fazem parte da coluna que prende o Maranhão ao atraso, à corrupção, à grande desigualdade social, onde prosperam os negócios do grupo oligárquico e dos seus aliados, com grande prejuízo para as políticas de saúde, educação, moradia, meio ambiente e infra-estrutura. Este grupo poderoso está preparado para tomar a prefeitura de qualquer jeito, usando todas as armas possíveis e, principalmente, as ilegais, como a compra de votos e a fraude das consciências.
Mas a mudança conta com o apoio da Cidadania. Mais que o envolvimento partidário, precisamos ocupar as ruas com a militância cidadã. Estamos na batalha do Davi contra o Golias. Não podemos concordar com o golpe. A cidadania está saindo às ruas para barrar as fraudes, a compra de votos, o abuso do poder econômico, para desmascarar as mentiras e garantir a vontade popular nas urnas, assim como a posse do candidato da mudança.
Vamos sacar as nossas fundas, colocar as camisas, o boné, o discurso afiado e conquistar mais um aliado. Vamos ganhar no debate sincero e honesto, sem jogada suja.
O nosso batalhão é formado por muitos Davis, homens e mulheres que acreditam no Maranhão como terra das oportunidades e da felicidade. Somos poderosos pois conseguimos unir a nosso colmeia. E o enxame está pronto para garantir a vitória para o candidato da mudança. Seja mais um.
Reage São Luís, Golpe não!
Moisés Matias
terça-feira, 23 de outubro de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
Inventor desenvolve Biodigestor de recipientes interligados
Biodigestor de Recipientes Interligados
O inventor maranhense Veneraldo Costa desenvolveu e apresentará no encontro da SBPC o Biodigestor
formado pela interligação de quantidades variadas de recipientes por
meio de mangueiras, tendo como finalidade a produção de biogás e
biofertilizante a partir de resíduos orgânicos, restos de alimentos,
cascas de frutas, dejetos de animais e outros.
A
utilização do biodigestor no aproveitamento dos residuos orgânicos
domésticos proporciona uma destinação ecologicamente correta desses
materiais, uma vez que não serão lançados diretamente no meio ambiente,
além de produzir adubo e energia na forma de biogás.
A interligação dos recipientes apresenta duas finalidades principais:
· Primeira:
permite que o biogás produzido em cada recipiente possa fluir através
de um único duto, facilitando sua coleta e/ou utilização.
· Segunda:
facilita o manuseio da biomassa, sendo possível acrescentar diminuir ou
substituir recipientes, de acordo com a produção desejada e também de
acordo com o tempo de retenção necessário para biodegradação da matéria
orgânica contida no recipiente. Mais informações: Veneraldo ( 98) 81290180.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
O sabor da criatividade - fragmento do livro Ecologia e Criatividade
O sabor da criatividade
Abril anuncia nuvens
e trovoada
Abil é fruta de sabor acre
Quando maduro
Abre-se em gomos brancos
E sementes brilhosas
Ao ser aberto e comido
Deixa na boca um desejo
Que não se quer consumar
Deixa na mão um grude hábil
Há tempos
não sinto
o gosto abil
maspre sinto
oabil que não comerei
abril anuncia
nuvens carregadas
de notícias ruins
O sabor da criatividade
Na ladeira de um
bairro popular, na cidade de São Luís, às duas horas da tarde, caminhava na
direção de casa, cansado e com fome. De repente me vi fisgado por um
odor familiar. Senti-me em um desenho animado seguindo o aroma no ar,
aquela nuvenzinha que sempre aparece em situações semelhantes.
Um cheiro de peixe de água doce, cozido na água e no sal,
com cheiro verde e chicória. Esse prato típico da gente do norte deve ser
comido quente, acompanhado de farinha branca, com pirão, e molho de pimenta
malagueta.
Não sei de onde saía o cheiro. Mas aquele aroma conduziu-me
à minha infância, na hora do almoço. Envolvido pelo odor, ouvia os passos da
minha mãe, na cozinha; o barulho da brasa estralando no fogão de lenha, e o
cheiro da comida simples que iria consumir em alguns minutos, servido em uma
panela grande, de onde minha mãe retirava, com uma concha de alumínio, porções
generosas de caldo, pequenos peixes, com suas carnes delicadas e brancas se
desfazendo ao cair no prato. Eu preferia a parte do rabo, com mais carne e
menos espinhas, e também a cabeça, que eu colocava na boca, esmagava com os
dentes e então sorvia a delícia de suco. Naquela tarde eu voltei ao Acre, quer
dizer, fui à feira, comprei peixinhos de água doce e preparei para a família o
manjar na janta.
Certa feita encontrei abiú
na feira e comprei uma dúzia. Abiúl (Pouteria
caimito) é uma
fruta de cor amarela e dá em árvores de até 10 metros de altura, cujas folhas
são verdes e brilhantes, tem a copa esgalhada e o tronco com a casca áspera.
Em casa, procurei a rede, limpei a casca lisa e brilhante,
fechei os olhos e levei a fruta à boca. Deixei os dentes romper a casca, senti
a polpa branca e doce se espalhar entre os dentes, misturar-se com a saliva e
ocupar a região do gosto. Abiú é assim: ao ser aberto e comido deixa na boca um
desejo que não se quer consumar.
Então voltei no tempo e me vi sentado no galho de um pé de
abiú, pegando a fruta com a mão e comendo-a ali mesmo. Debaixo da árvore, meu
irmão e os amigos disputavam, em uma algazarra alegre, o prêmio do abiú mais
bonito.
As duas experiências mostram que o aroma, o gosto, os sons e
as cores despertam a sensibilidade da memória e levam a imaginação a fluir com
leveza, permitindo o passeio pela memória emocional, o valioso tesouro que
trazemos dentro de nós e que é iluminado em circunstâncias especiais.
Existe um estado de abertura para a percepção do sensível em
nossas vidas. Uma situação de esponja aberta para absorver, para sentir a luz
do sensível, que ela venha na forma de sons, imagens, odores, sabores ou
pensamentos, na hora que vier. Quando passo nas casas simples da zona rural do
Nordeste, e vejo a antena parabólica, penso que naquela casa existe um canal
aberto para as coisas do vasto mundo.
Costumamos manter os canais abertos para as coisas do mundo,
através da internet, dos meios de comunicação, dos livros, dos filmes, das
experiências sociais e culturais que envolvem as nossas vidas. De igual
maneira, devemos manter a nossa antena interior aberta para os sinais, as cores
e as formas que avivam a emoção criativa. E assim, embalados na poesia, somosembriagados em lá maior, onde o sol maior
repica nos acordes de um novo dia.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Sítio ecológico e o prêmio nacional de reportagem
Sítio ecológico e o prêmio nacional de reportagem
A proposta do Sítio ecológico será apresentada, em grande estilo, para uma seleta platéia nacional. O Sebrae Nacional anuncia hoje, terça-feira (3), em solenidade na sede da instituição, em Brasília, os vencedores da quarta edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo.
Na categoria Telejornalismo, o trio Rayssa Alves, João Francisco Carvalho Junior e Edyjoel Rosa concorrem com a série "Mãos do desenvolvimento sustentável", exibida pela TV Cidade (Record) no ano passado, e que tem como tema da reportagem o Sítio Ecológico
O trabalho do trio maranhense de telejornalismo também concorre à Menção Honrosa de Repórter Cinematográfico.
O prêmio reconhece as melhores reportagens sobre micro e pequenas empresas (MPE) produzidas pelas redações de todo o Brasil.
O Prêmio Sebrae de Jornalismo é uma iniciativa do Sebrae com realização da revista Imprensa e apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).
A equipe da TV Record, que já conquistou o primeiro lugar, categoria telejornalismo, do Prêmio BNB de Jornalismo, o primeiro lugar no prêmio regional do SEBRAE, poderá trazer para o Maranhão o primeiro lugar nacional, da categoria telejornalismo. Valeu Rayssa e equipe!. Estamos na torcida! Veja o vídeo:
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Mais um fragmento do livro Ecologia e Criatividade
Seja curioso. Mais um fragmento do livro Ecologia e criatividade
Sentido
Palavra
ensandecida
ensandevida
incendiada
Palavra
encarnada
enfogueada
enfogareirada
Palavra
fornalhada
fundiada
fundida
Palavra
solta
salta
some
...e eu no encalço
buscando apreender
o sentido do que não
quer
Ser dito
pode
Palavra
queima como uma bola de foto
o juízo da gente
Ao chegar ao ponto mais alto da Cordilheira dosAndes, O Illimani, mais de 6.000 metros acima do nível do mar, em La Paz, Bolívia, no cenário de céu nublado e brancas neves, sentei em um bloco de pedras, à beira do despenhadeiro, e cantarolei baixinho:
“Eu é que não me sento no trono de um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar...”, música do maluco beleza Raul Seixas.
Estava ali em busca de algo. Não sabia exatamente o quê, mas buscava. O Curso de História, na Federal do Acre, ficara para trás. Queria, na verdade, experimentar a história dos Incas, o povo que dominou por séculos uma grande parte da América do Sul, e que deixou a sua marca na cultura da gente andina, com suas roupas coloridas,os cabelos lisos e negros, a sua cultura.
A próxima parada seria a cidade de Cusco, no Peru, onde iria conhecer Machu Pichu, a cidade perdida da civilização Inca. Em cada contato uma lição. Desde cedo carrego o hábito de ouvir os mais velhos. Os meus amigos íntimos sempre foram os mais velhos. Com o bom ouvido, a pergunta pronta, caderno, caneta e máquina fotográfica, fiz uma grande viagem.
Na infância o menino dos grandes olhos tornou-se um curioso voraz. Com poucos livros em casa, começou a ler qualquer coisa que estivesse ao alcance. Nos primeiros anos ficou íntimo de Walt Disney e dos seus personagens. Para ler as histórias, fazia qualquer coisa: trabalhava de graça, pegava emprestado, trocava por roupas e, muito raramente, comprava. Depois avançou para Texas, Conan, Homem Aranha, Capitão América, Fantasma, Zorro e Batman, entre outros. Concentrado na leitura, após conseguir um livro, caminhava, entrava no ônibus, atravessava a rua e subia escadas sem tirar os olhos das páginas.
Por um tempo ele adotou os livros de bolso de faroeste, do tipo chumbo grosso, chumbo quente, onde a bala zumbia a cada linha, no cenário do oeste americano. Foi vendedor de fotonovelas usadas, quando levava as revistas para ler em casa. As revistas eram recomendadas para garotas. Escabreado, virou a página e deixou as fotonovelas de lado. À época o seu sonho era conseguir uma banca de livros para trabalhar, onde poderia ler as publicações de graça.Através do Clube dos Livros, conseguiu comprar alguns exemplares por correspondência.
Vale destacar: Eram os deuses astronautas? de Erich Von Daniken, um curioso de marca maior, que levantou a possibilidade das antigas civilizações terem sido criadas por civilizações do espaço que aqui aportaram com suas naves, muitos anos atrás.Talvez a culpa por estar ali, sentado na pedra, no alto da Cordilheira dos Andes, fosse desse cara. No caminho, passei pelo Pantanal Matogrossense, no Trem do Pantanal, cantarolando:
“Enquanto este velho trem, atravessa o pantanal, o povo lá em casa espera que eu mande um postal” (Almir Sater). Sim, eu embarquei no Trem da Morte. Através dele cheguei ao Illimani, em La Paz.
Como o novelo da memória não tem fim, cada fio engata outro, desde novo peguei o mal da insônia. Passava horas acordado, tentando pegar uma nesga de sono. Depois,aprendi a caçar e juntar palavras. Enquanto os outros dormiam o sono dos justos, eu virava na rede, no encalço,buscando apreender o sentido do que não quer ou pode ser dito.
Andei por aí, fazendo perguntas, fotografando e juntando história. Por fim, acabei jornalista perguntador. Agora, vivo profissionalmente juntando letras e perguntando como, onde por que e para que. Sou, então, um curioso profissional.
Sentido
Palavra
ensandecida
ensandevida
incendiada
Palavra
encarnada
enfogueada
enfogareirada
Palavra
fornalhada
fundiada
fundida
Palavra
solta
salta
some
...e eu no encalço
buscando apreender
o sentido do que não
quer
Ser dito
pode
Palavra
queima como uma bola de foto
o juízo da gente
Ao chegar ao ponto mais alto da Cordilheira dosAndes, O Illimani, mais de 6.000 metros acima do nível do mar, em La Paz, Bolívia, no cenário de céu nublado e brancas neves, sentei em um bloco de pedras, à beira do despenhadeiro, e cantarolei baixinho:
“Eu é que não me sento no trono de um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar...”, música do maluco beleza Raul Seixas.
Estava ali em busca de algo. Não sabia exatamente o quê, mas buscava. O Curso de História, na Federal do Acre, ficara para trás. Queria, na verdade, experimentar a história dos Incas, o povo que dominou por séculos uma grande parte da América do Sul, e que deixou a sua marca na cultura da gente andina, com suas roupas coloridas,os cabelos lisos e negros, a sua cultura.
A próxima parada seria a cidade de Cusco, no Peru, onde iria conhecer Machu Pichu, a cidade perdida da civilização Inca. Em cada contato uma lição. Desde cedo carrego o hábito de ouvir os mais velhos. Os meus amigos íntimos sempre foram os mais velhos. Com o bom ouvido, a pergunta pronta, caderno, caneta e máquina fotográfica, fiz uma grande viagem.
Na infância o menino dos grandes olhos tornou-se um curioso voraz. Com poucos livros em casa, começou a ler qualquer coisa que estivesse ao alcance. Nos primeiros anos ficou íntimo de Walt Disney e dos seus personagens. Para ler as histórias, fazia qualquer coisa: trabalhava de graça, pegava emprestado, trocava por roupas e, muito raramente, comprava. Depois avançou para Texas, Conan, Homem Aranha, Capitão América, Fantasma, Zorro e Batman, entre outros. Concentrado na leitura, após conseguir um livro, caminhava, entrava no ônibus, atravessava a rua e subia escadas sem tirar os olhos das páginas.
Por um tempo ele adotou os livros de bolso de faroeste, do tipo chumbo grosso, chumbo quente, onde a bala zumbia a cada linha, no cenário do oeste americano. Foi vendedor de fotonovelas usadas, quando levava as revistas para ler em casa. As revistas eram recomendadas para garotas. Escabreado, virou a página e deixou as fotonovelas de lado. À época o seu sonho era conseguir uma banca de livros para trabalhar, onde poderia ler as publicações de graça.Através do Clube dos Livros, conseguiu comprar alguns exemplares por correspondência.
Vale destacar: Eram os deuses astronautas? de Erich Von Daniken, um curioso de marca maior, que levantou a possibilidade das antigas civilizações terem sido criadas por civilizações do espaço que aqui aportaram com suas naves, muitos anos atrás.Talvez a culpa por estar ali, sentado na pedra, no alto da Cordilheira dos Andes, fosse desse cara. No caminho, passei pelo Pantanal Matogrossense, no Trem do Pantanal, cantarolando:
“Enquanto este velho trem, atravessa o pantanal, o povo lá em casa espera que eu mande um postal” (Almir Sater). Sim, eu embarquei no Trem da Morte. Através dele cheguei ao Illimani, em La Paz.
Como o novelo da memória não tem fim, cada fio engata outro, desde novo peguei o mal da insônia. Passava horas acordado, tentando pegar uma nesga de sono. Depois,aprendi a caçar e juntar palavras. Enquanto os outros dormiam o sono dos justos, eu virava na rede, no encalço,buscando apreender o sentido do que não quer ou pode ser dito.
Andei por aí, fazendo perguntas, fotografando e juntando história. Por fim, acabei jornalista perguntador. Agora, vivo profissionalmente juntando letras e perguntando como, onde por que e para que. Sou, então, um curioso profissional.
Manoel Campanha, o mago dos jardins
A arte de jardins e hortas, o aproveitamento de pequenos espaços, nas casas, nos quintais de São Luís, conta com um artista: o nome dele é Manoel Campanhã. Natural de São Paulo, com vasta experiência na montagem de mosaicos criativos com plantas ornamentais, condimentares, frutíferas, ou pequenos canteiros de hortaliças, Manoel vem se dedicando à disseminação das plantas em São Luís, atendendo em domicílios, onde faz o projeto ao gosto da clientela.
Lyndon Johson, Promotor de Justiça, recebeu o Manoel Campanhã na sua casa, mostrou a área verde, as árvores com frutas, as plantas decorativas e nativas que cultiva no quintal e disse: eu quero fazer uma horta com jardim, ou um jardim com horta, onde eu possa tirar o que eu consumo, sem agrotóxico, mas produzido de forma natural.
Em seu quintal, situado no bairro do calhau, Lyndon Jonhson tem já uma boa quantidade de árvores frutíferas, como cajas, acerolas, cajus e maracujas, assim como um boa quantidade de plantas ornamentais cultivadas em jarros.
O que falta é uma oorganização das plantas, um trato cultural e adubo, avalia Manoel Campanhã. Mas o projeto foi encomendado e em breve Lindon Jonhsom contará com uma horta criativa, cultivada ecologicamente e com desenho permacultural, com canteiros em forma de estrelas, plantas aromáticas e condimentares, com flores multicoloridas.
Na casa de Lyndon Jonhson há ninhos de pequenos pássaros, os sabíás e outras espécies visitam os seus ninhos, alimentams-se das frutas, as corujas vigiam as catitas, em uma ambiência ecológica. Mas o jardim de Lindon Jonhson terá flores suspensas, canteiros verticais e flores. Muitas flores.
sábado, 30 de junho de 2012
Valber Lúcio, o arejado guerrilheiro das redes, visita o Panakuí
Valber Lucio, artista com muitas facetas criativas, visitou o Sítio Panakuí. Acompanhado de sua companheira, Alyne Matos, Valber conheceu in loco a experiência ecológica que estimula a implantação da Felicidade Interna Bruta (FIB), no Maranhão.
Amigo de outras batalhas, artista forjado nos palcos das ruas, com passagens pelo teatro popular, educação popular, comunicação alternativa e redes sociais, Valber fez a viagem até o Panakuí em um silêncio cúmplice.
Ele iria conhecer algo que nunca viu, um local onde nunca colocou os pés, mas que, de alguma forma, ja vazia parte desde a origem. Algumas alianças existem mesmo antes da assinatura do contrato. "Eu jfui convidado, outras vezes, mas a visita ainda não havia sido possível", comenta, com voz pousada.
Nas batalhas anteriores, afinamos nas ações e nas idéias. Depois, por vários anos, estivemos separados. Cada um seguiu o seu rio. Mas os rios seguem seus leitos e se encontram nas desembocaduras. E este parece ser o caso dos rios que nos carregaram. Agora o Sítio Panakuí é a foz dos nossos rios. O barco está no porto, o motor está ligado e abastecido. Vai começar a nova viagem em busca da utopia, do ecológico profundo, da casa ecológico, da sustentabilidade. E o barco ainda tem vaga. Seja bem-vindo à fortaleza da utopia ecológica, Valber Lúcio. E a aventura está apenas começando ...
Amigo de outras batalhas, artista forjado nos palcos das ruas, com passagens pelo teatro popular, educação popular, comunicação alternativa e redes sociais, Valber fez a viagem até o Panakuí em um silêncio cúmplice.
Ele iria conhecer algo que nunca viu, um local onde nunca colocou os pés, mas que, de alguma forma, ja vazia parte desde a origem. Algumas alianças existem mesmo antes da assinatura do contrato. "Eu jfui convidado, outras vezes, mas a visita ainda não havia sido possível", comenta, com voz pousada.
Nas batalhas anteriores, afinamos nas ações e nas idéias. Depois, por vários anos, estivemos separados. Cada um seguiu o seu rio. Mas os rios seguem seus leitos e se encontram nas desembocaduras. E este parece ser o caso dos rios que nos carregaram. Agora o Sítio Panakuí é a foz dos nossos rios. O barco está no porto, o motor está ligado e abastecido. Vai começar a nova viagem em busca da utopia, do ecológico profundo, da casa ecológico, da sustentabilidade. E o barco ainda tem vaga. Seja bem-vindo à fortaleza da utopia ecológica, Valber Lúcio. E a aventura está apenas começando ...
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